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O evento começou com umas breves palavras da organizadora Ana Raquel Margato, tendo esta sido seguida pela moderadora do painel Maria do Rosário Monteiro.

O primeiro orador a tomar a palavra foi o escritor Rafael Loureiro, começando por falar da sua experiência com a trilogia Nocturnos que, apesar do seu um início atribulado, acabou por ter um final feliz. Seguidamente, falou do projecto Novos Autores e explicou a razão pela qual escolheu o vampirismo como tema de escrita.
Seguiu-se o também escritor Frederico Duarte, que começou por nos mostrar o seu percurso um pouco inverso ao do Rafael, já que este conseguiu, numa fase inicial ser publicado por uma editora, tendo posteriormente vários problemas com esta.

Enquanto divulgadora, Sofia Teixeira começou a sua aventura literária no blogue por estar extremamente aborrecida num Verão em que decidiu ler muito para passar o tempo.
A moderadora da mesa tomou a palavra e falou sobre o trabalho dos editores, que deveriam dar feedback aos autores, e o facto dos mesmos receberem recusas de publicação sem qualquer justificação “os autores devem ter a humildade de admitir que o trabalho que está a produzir não é seu. É dos/para os leitores” (moderadora) e “é um mundo de cão” muitos autores, mesmo já consagrados, viram-se no seu tempo recusados ou com dificuldades em publicar (exemplos: LeGuin, Martin, Tolkien)

Após um almoço bastante agradável, na companhia de alguns dos convidados da mesa da manhã, bem como alguns bloggers que foram assistir, seguiu-se o bloco da tarde dedicado à edição de revistas em Portugal.

A mesa era constituída por Marisa Torres da Silva (moderadora), Alexandra Rolo (Nanozine), Roberto Mendes (ISF) e Rogério Ribeiro (Bang).


A primeira interveniente foi Alexandra Rolo, que apresentou a história da Nanozine desde a forma como surgiu até à sua mais recente edição dedicada ao Steampunk. Terminou a sua apresentação apresentando os planos para os próximos dois números.
Seguiu-se Roberto Mendes, que falou da forma como se iniciou no mundo da edição e depressa se apercebeu, à semelhança do que acontecera com a equipa da Nanozine, do quão trabalhoso era ter um produto final com qualidade. Contou também a sua experiência em vários projectos nos quais colaborou e num outro em que entrou recentemente (Europa SF).
Rogério Ribeiro, por outro lado, começou por criar uma fanzine gratuita em papel que distribuía com a ajuda de algumas livrarias das quais era cliente. Mais tarde, entrou no projecto BANG!, nunca mais parando depois disso, abraçando outros projectos como o Almanaque Steampunk.

(Alexandra Rolo)

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3 thoughts on “Reportagem “Nova Cultura: dia da literatura”

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